domingo, 30 de janeiro de 2011

Fevereiro!

28/02
CCPC
Som às 19h e às 21h30min; na Rua General Jardim, 269; entrada: R$ 15,00.

Apareçam!
Abração,
Michel

Para ver as datas realizadas de fevereiro, copie e cole este link no seu navegador: http://www.michelleme.com/agenda_concretizadas.asp?ano=2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Virtuose

Amigos,

Desde 2007 eu faço um som no auditório da escola Virtuose. O Mauro Ribeiro, que é o diretor e professor, e que, importante dizer, toca violão clássico - e muito bem -, é um cara totalmente pró-som e estamos caminhando para o quarto ano dessa parceria que visa apenas uma coisa: proporcionar música.

Muitos sons legais rolaram lá nesse período, toca-se muito à vontade e os amigos que comparecem pra assistir vão para ouvir o som mesmo, não tem essa de conversinhas durante o som, o que torna o evento em algo muitíssimo especial. Tem sido um grande prazer.

Neste ano, seguimos com a nossa agenda que, inclusive, é muito simples de se memorizar: todo último sábado do mês, às 15h. E começa em 26 de fevereiro! O preço da entrada é totalmente acessível: R$ 5,00. A Virtuose fica ao lado do metrô Guilhermina-Esperança, na Rua São Bento do Sapucaí, 137. Visite o site: www.escolavirtuose.com.br

Seguem algumas fotos de alguns sábados do ano passado, com alguns dos meus parceiros de som (clique na imagem pra ver maior):

Eu, Bruno Tessele e Richard Metairon.
Eu, Jônatas Sansão, Richard Metairon e Louise Wolley.
Eu, Bruno Tessele e Bruno Migotto.

Apareçam!
Abraço,
Michel

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Minha cobertura do Festival Guitar Player (Dez 2010)

Amigos,

Colaborando com os amigos da revista Guitar Player pra cobertura do "XII Festival Guitar Player/IG&T" que rolou em dezembro passado, farei aqui um singelo complemento no que se refere à minha participação no evento.

E não deixem de acompanhar também a cobertura geral do festival que está na GP desse mês. Mui interessante.

08/12

Bem, eu tocaria no festival apenas na quinta, dia 09/12/2010, mas como eu estava na escola na quarta-feira, meu amigo Edu Letti convidou-me pra fazer uma participação no show dele em parceria com o nosso querido Mozart Mello. Aceitei prontamente, claro, e, mesmo vestido muito informalmente com bermudas (estava um puta calor), subi ao palco pra tocar o número de encerramento do show: "A Night in Tunisia", com arranjo do Mozart.

Nesse momento, o Letti, que tocou guitarra durante o show todo, foi para a batera e, junto com o Ricardinho, um jovem e talentoso baixista, fizemos um som. A ordem dos solos foi: eu, Mozart e Ricardinho. O público curtiu muito e nós também. Foi um clima ótimo.

09/12

No dia seguinte, tivemos o show de estréia da banda SANGUE - tínhamos tocado em público antes, mas ainda sem nome - e a estréia das músicas próprias.

Pra quem não sabe, a banda SANGUE é formada por Kiko Muller, eu, Fábio Zaganin e Paulo Zinner. Nós começamos a tocar juntos em março de 2010, fizemos alguns shows por aí tocando clássicos do Led Zeppelin, Black Sabbath, Van Halen, Deep Purple etc. Mas, em dezembro, já tínhamos seis composições.

O som é bem pesado, as letras são em português e é um prazer tocar e compor com estes caras. Sendo assim, quando recebi o convite pra tocar nessa edição do Festival alguns meses antes, pensei: "porque não fazer um som com o SANGUE?". E deu certo.

Foto de Mirian Leme.

O equipamento que usei foi: cordas são D'Addario XL 011; 02 amplificadores Rotstage modelo Libra 100, meu modelo-assinatura que uso desde 2007, totalmente valvulado (válvulas 6L6) com 100W RMS de potência. As caixas são 2X12, com os falantes também fabricados pela Rotstage. Efeito: usei um pedal distortion também da Rotstage, desenvolvido pouco antes do festival (tem um post aqui no blog sobre ele) e fiz a estréia da Music Maker modelo "M", desenvolvida por mim e pelo luthier Ivan Freitas - leia sobre ela no post anterior. É um setup bem enxuto, mas violento.

O set list que tocamos segue abaixo - o Fabio Zaganin teve o cuidado de guardar e escanear:

Ficamos muito satisfeitos com o show de estréia, as músicas novas ficaram porrada e, enfim, temos muito trabalho pela frente. Vários amigos estavam presentes na nossa estréia e, logo após o show, tudo acabou (ou começou - depende do ponto de vista) na cantina da EM&T...

Abraço,
Michel

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Guitarra Music Maker modelo M - um pequeno histórico

Foto tirada por Cris Jarrouge na estréia da banda SANGUE e da Music Maker modelo M, em 09 Dez 2010.

Como os visitantes deste blog sabem, desenvolvi uma guitarra junto ao luthier e amigo Ivan Freitas, da Music Maker. O modelo chama-se simplesmente “M”, inicial do meu primeiro nome.

Segue abaixo um pequeno histórico (inclusive com fotos tiradas do meu celular) de várias fases desse projeto.

Início da parceria

Tudo começou com uma participação que fiz numa festa da Music Maker no Café PiuPiu em setembro de 2010. O Ivan me ouviu dando uma canja e, depois de anos de conhecimento mútuo e algumas tentativas de fazer alguma guitarra juntos, decidimos juntar forças e, enfim, desenvolver um modelo original.

Eu nunca fui afim de ter um modelo de guitarra já consagrado, ou seja, copiar simplesmente uma strato ou tele - ou o que seja - e simplesmente colocar o meu nome na coisa, mesmo isso sendo mais “vendável”... Ao meu ver, a idéia não é essa; a idéia é fazer um bom instrumento e que seja original. Por isso, prefiro arriscar e fazer um instrumento que tenha algo novo - e, claro, com base no que dá certo, ou seja, com consciência da tradição do assunto, que é a base que o luthier que realmente faz guitarras tem, e que é justamente o caso do Ivan Freitas.

Neste ponto, eu e o Ivan concordamos desde o início. E como eu estava precisando de uma guitarra sólida pra tocar rock - estou nas bandas de sons próprios A.R.M. e SANGUE, além da Born Again (que é mais como um hobby ensurdecedor, tocando os sons do Black Sabbath) -, a aproximação com a Music Maker veio numa hora perfeita.

M model ou modelo M


O projeto começou com uma idéia que eu tive já há algum tempo de cortar a parte superior do corpo de uma telecaster, aumentando o acesso à última casa e deixando um corpo mais diferente e bonito - nunca gostei do desenho do corpo da telecaster; foi uma bela invenção, mas não me atrai esteticamente... Fiz esses cortes no programa “paint” mui toscamente sobre a foto de uma tele (foto abaixo) e mandei por email pro Ivan, só pra ele ter uma idéia aproximada do que eu queria. Ele olhou isso e disse “mas é muito feio!”, hehehe. Em seguida, começamos a pensar num corpo juntos.
Chegamos a um primeiro desenho, depois de muito rabiscar numa cartolina na Music Maker, em várias reuniões. Esse primeiro esboço é mais como uma strato com acesso total ao último traste, mas ainda não era o que queríamos – e tive sorte de tirar essa foto , já que a peça já estava sendo dispensada, como se pode reparar...
Depois de muito olhar para o desenho acima, fomos amadurecendo as idéias e acertando as proporções num novo corpo. Aí rolou o primeiro molde do que seria o corpo da modelo “M” - a assinatura foi só porque pediram pra eu assinar; frescura, entende?:
Depois de todos concordarem com os rumos do projeto, já foi cortada uma peça de mogno leve, com tampo de maple, corpo e braço colados, e o primeiro protótipo do modelo M já era uma realidade.
A seguir você já vê o corpo com as furações dos captadores e a ponte. As marcações no braço que o Ivan sugeriu foram estas ovais. Acho bonitas. Os trastes são de inox.
Preferi começar com ponte fixa, porque não teria muito sentido - pelo menos para mim - pegar uma puta peça de mogno leve e colocar uma ponte flutuante... A ponte fixa torna possível aproveitar todo som e sustain que essa construção e essas madeiras podem render. Nos modelos a ser comercializados será possível escolher entre ponte tune-o-matic, Wilkinson ou mesmo Floyd Rose. As madeiras também mudarão: corpo e braço serão de frejó e os tampos (ou "tops") vão variar de acordo com a cor. E, uma informação importante: este modelo M, número de série 001, que vocês vêem é um protótipo, aliás, o primeiro! Eu, obviamente, vou usar os modelos de linha; e se isso não fosse possível eu nem entraria nessa barca... Eis a ponte tune-o-matic:
Este é o headstock desenhado pelo Ivan. As tarrachas são com trava, da Sperzel. Os próximos modelos terão a formação 3 e 3 mesmo, e não 4 e 2, como neste primeiro protótipo.
Aqui a Music Maker modelo “M” com a primeira camada de pintura. Repare que o braço ainda estava protegido por uma fita adesiva pra rolar a pintura.
E aqui você me vê ao lado do Paulinho “Bitoka”, que foi muito importante no projeto - ele é o cara que corta as madeiras, passando o que era ideal para material -, na noite em que peguei a modelo “M” prontinha e regulada. E eu estava fazendo "mãos de fogo", repare.E aqui os pais da criança: ivan Freitas e eu! Oh, yê.
Como eu disse muito recentemente aqui, a Music Maker modelo M é muito gostosa de tocar, é uma guitarra realmente firme. Eu estou usando cordas D'Addario EXP .011 - e dando bends de até 2 1/2 tons nas cordas B e G -, mas se você quiser usar .010 ou .009, ok! É uma mera questão de ajuste.

A captação por enquanto é DiMarzio: PAF Pro no braço e Evolution na ponte.

O padrão de qualidade da Music Maker é "o bicho", como diz o Ivan. Tudo é muito bem feito, o acabamento é coisa séria, e, inclusive, as guitarras afinam mais do que as importadas. Duvidou? Faça o teste. Eu digo isso porque já fiz.

Informe-se sobre o modelo M com a Music Maker, no fone 5561-0701 e pelo email contato@musicmaker.com.br

Eis mais uma foto minha com a guitarra tirada pela amiga Liana Nakao no Festival Guitar Player de dezembro passado (clique na imagem para ver maior):Abraços!
Michel

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Janeiro 2011

31/01
CCPC
Hoje, excepcionalmente, som às 19h, às 21h e às 23h. Toco no horário do meio com Lucas Macedo, André Soratti e Jônatas Sansão. Na Rua General Jardim, 269; entrada: R$ 15,00 (lista amiga é meia).

pra ver as datas realizadas em janeiro, copie e cole este link: http://www.michelleme.com/agenda_concretizadas.asp?ano=2010

Foto de Liana Nakao

Apareça nos sons!
Abraço,
Michel